A teopedagogia poética do andarilho do diálogo e da esperança chamado Paulo Freire
DOI:
https://doi.org/10.21527/2179-1309.2025.122.16830Palavras-chave:
Paulo Freire, Educação, Pedagogia, Cem anos, MemóriaResumo
Este artigo pretende contribuir com a memória da vida e da obra de Paulo Freire, como o Andarilho do Diálogo e da Esperança, celebrando os cem anos de seu nascimento. Pretende mostrar como a sua Teopedagogia Poética é amorosamente libertária e como seus pensamentos, suas ideias e sua obra, são atuais e essenciais para a educação e para toda a sociedade de nosso tempo. Fazer memória dos cem anos de Paulo Freire é importante, necessário e sempre insuficiente. O mestre recifense se fez aprendiz e foi aprendendo com a simplicidade com a sabedoria dos camponeses, entre outros trabalhadores a quem ele ensinou a partir de novas metodologias a necessidade de se fazer opções coerentes, de correr riscos e de amar. Paulo Freire vive em sua obra que tem peso de enciclopédia e boniteza poética de aquarela.
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