Contratos inteligentes: Transparência ou dupla discriminação?
DOI:
https://doi.org/10.21527/2176-6622.2026.65.17922Parole chiave:
Contratos inteligentes, blockchain, discriminação algorítmica, justiça algorítmica, DeFiAbstract
ABSTRACT: L'integrazione di tecnologie basate su blockchain nelle relazioni contrattuali ha inaugurato una nuova fase di contrattualità, caratterizzata da automazione, decentralizzazione e crescente intermediazione algoritmica. In questo scenario, sebbene gli smart contract promettano efficienza, sicurezza e riduzione dei costi, portano sfide etiche e legali che mettono a rischio il principio dell'equilibrio contrattuale, soprattutto di fronte alla marcata vulnerabilità dei gruppi e degli individui emarginati nella società dell'informazione. Questo articolo esamina la relazione tra tecnologia blockchain, smart contract e discriminazione algoritmica. Inoltre, analizza come la giustizia algoritmica e il diritto alla differenza offrano nuovi parametri per la riflessione sulle disuguaglianze strutturali riprodotte dai sistemi digitali decentralizzati mediati da intelligenze artificiali. In essa, basandosi su un esempio pratico che coinvolge piattaforme DeFi, si discute in che misura le strutture digitali automatizzate possano creare barriere di accesso e perpetuare pregiudizi discriminatori, specialmente nel paradigma che il codice è legge. Si tratta di uno studio qualitativo, sviluppato attraverso il metodo ipotetico-deduttivo, utilizzando una revisione di una bibliografia e giurisprudenza selezionate.
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