Pressupostos de uma Formadora em Educação Sexual: lições da prática.

  • Dilma Lucy de Freitas

Resumo

 

Minha experiência enquanto professora na área da educação sexual no sul Brasil e em Portugal, vem demonstrando o quanto a educação sexual  na infância continua sendo um tabu, bem como a existência de um quase total desconhecimento por parte dos/as educadores/as (pais, mães e professores/as), no que se refere ao trabalho de educação sexual na infância. Faço esta afirmação pautada nas questões recorrentes que me são trazidas, nos encontros que tenho tido com estes/as educadores/as. Esta realidade levou-me a fazer este trabalho de cunho teórico na literatura da área, tendo por objetivo problematizar algumas das muitas questões que envolvem o trabalho intencional de educação sexual educação sexual numa perspectiva emancipatória, com as crianças de zero a seis anos. Razão pela qual, revi nos especialistas, as respostas a algumas destas questões trazidas pelos/as educadores/as. Dentre elas destaco: por que ainda é tão difícil considerar a criança um ser sexuado? O que essa literatura entende por um trabalho intencional de educação sexual numa perspectiva emancipatória na infância? Como realizar este trabalho? Por que a educação sexual na infância é um desafio que se faz urgente?

Palavras chave: educação sexual, sexualidade, infância, sexualidade infantil.

Biografia do Autor

Dilma Lucy de Freitas
Estudante de doutorado em TIC e Educação no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa
Publicado
2013-01-18
Como Citar
Freitas, D. (2013). Pressupostos de uma Formadora em Educação Sexual: lições da prática. Revista Contexto & Educação, 27(88), 35-61. https://doi.org/10.21527/2179-1309.2012.88.35-61