BALLNESS É TÃO EFICAZ QUANTO IOGA NA PROMOÇÃO DE FLEXIBILIDADE EM MULHERES DE MEIA IDADE
DOI:
https://doi.org/10.21527/2176-7114.2016.30.135-141Palavras-chave:
Saúde, Fisioterapia e Educação FísicaResumo
Introdução: A incorporação da prática de modalidades alternativas de exercício para promoção da flexibilidade é cada vez mais comum. Estudos demonstram associação entre índices de flexibilidade e qualidade de vida. Neste contexto, a ioga e o ballness surgem como ferramentas capazes de aumentar a flexibilidade dos indivíduos. Objetivo: Comparar os níveis de flexibilidade da flexão do tronco de mulheres de meia idade praticantes de ballness e de ioga. Métodos: 24 mulheres de meia idade foram voluntariamente selecionadas. Foram divididas em três grupos (n=8/grupo): controle (C) (48,87±2,80anos), ballness (B) (48,62±5,63anos) e ioga (I) (49,12±5,48anos). Para inclusão no estudo, os sujeitos de (B) e (I) deveriam ser praticantes a seis meses da modalidade, com frequência mínima de 2 sessões/semana. Ademais, toda amostra deveria estar isenta de lesão na região lombo sacra, no quadril e na musculatura dos membros inferiores. A flexibilidade foi mensurada utilizando o banco de Wells, utilizando o post hoc de Tukey para comparação entre tratamentos (p<0,05). Resultados: A flexibilidade dos grupos exercícios (B e I) demonstrou-se maior que a do grupo (C) (p<0,05 para (I) e p<0,001 para (B)), sendo a média da distância alcançada em (B) foi de 37,1±6,0cm contra 32,1±6,1cm de (I) e 20,5±3,1cm de (C), sem diferenças entre (B) e (I). Adicionalmente, no teste de “sentar e alcançar”, os sujeitos dos grupos (B) e (I) apresentaram prevalência do nível “bom” de 37% e 37,5%, respectivamente, enquanto que ninguém de (C) mostrou-se nessa condição. Conclusões: A prática regular de ballness e de ioga em mulheres de meia idade são suficientes para promover maior flexibilidade em comparação às sedentárias.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Ao publicar na Revista Contexto & Saúde, os autores concordam com os seguintes termos:
Os trabalhos seguem a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato;
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, inclusive comercial.
Essas permissões são irrevogáveis, desde que respeitados os seguintes termos:
Atribuição — os autores devem ser devidamente creditados, com link para a licença e indicação de eventuais alterações realizadas.
Sem restrições adicionais — não podem ser aplicadas condições legais ou tecnológicas que restrinjam o uso permitido pela licença.
Avisos:
A licença não se aplica a elementos em domínio público ou cobertos por exceções legais.
A licença não garante todos os direitos necessários para usos específicos (ex.: direitos de imagem, privacidade ou morais).
A revista não se responsabiliza pelas opiniões expressas nos artigos, que são de exclusiva responsabilidade dos autores. O Editor, com o apoio do Comitê Editorial, reserva-se o direito de sugerir ou solicitar modificações quando necessário.
Somente serão aceitos artigos científicos originais, com resultados de pesquisas de interesse que não tenham sido publicados nem submetidos simultaneamente a outro periódico com o mesmo objetivo.
A menção a marcas comerciais ou produtos específicos destina-se apenas à identificação, sem qualquer vínculo promocional por parte dos autores ou da revista.
Contrato de Licença (para artigos publicados a partir de setembro/2025): Os autores mantém os direitos autorais sobre seu artigo, e concedem à Revista Contexto & Saúde o direito de primeira publicação.