O Sistema de Operação do Serviço de Surfe no Rio de Janeiro

Autores

  • Débora Andrade de Castro Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Mariza Costa Almeida Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
  • Diogo Frade Braz Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Francisco Sergivan da Silva Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Douglas Barreto Carvalho dos Santos Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.21527/2237-6453.2017.40.321-347

Palavras-chave:

Surf, mercado, cadeia produtiva, economia.

Resumo

O surf chegou ao Brasil em 1938 fazendo surgir os primeiros surfistas nacionais. Na década de 70 o esporte passou a ter uma estrutura social e de mercado, especificamente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, onde se estabeleceram produtores de prancha, importadores de materiais e matéria-prima, criação de campeonatos e eventos esportivos, além das grandes marcas e lojas especializadas no ramo, dando início a uma tendência crescente de geração de novos produtos e serviços. O objetivo deste artigo é analisar sistema de operação do serviço de surf no estado do Rio de Janeiro de forma a entender suas relações complexas e explorar tais conexões com a finalidade de estabelecer futuras possibilidades. Com base nos resultados verificou-se que o Brasil é um mercado consumidor muito forte de mercadorias e serviços relacionados ao surf devido ao clima, população jovem, cuja maioria vive próximo ao litoral, aspectos que são potencializados no Rio de Janeiro. Entre os fatores que contribuem para o desenvolvimento do surf têm-se a sua inserção na mídia não segmentada e em particular a imagem projetada por este esporte como algo jovem e interessante cuja prática relaciona-se a fatores psicológicos como a emoção, o controle do ambiente externo e a superação. Produtos e serviços que que possibilitem ao consumidor superar habilidades físicas e psicológicas visando atingir maior controle destes fatores possuem possibilidades crescentes de negócios e de inovação.

Biografia do Autor

  • Débora Andrade de Castro, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

    Graduanda Engenharia de Produção

    Professora Educação Física

  • Mariza Costa Almeida, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
    Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Ceará (1982), mestrado em Desenvolvimento,Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1997) e doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2004). Atualmente está cursando Pós-doutorado, na School of Public Policy, Georgia Institute of Technology, EUA.  Professora Adjunta do Curso de Engenharia de Produção da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
  • Diogo Frade Braz, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
    Graduando Engenharia de Produção
  • Francisco Sergivan da Silva, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
    Graduando Engenharia de Produção
  • Douglas Barreto Carvalho dos Santos, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
    Graduando Engenharia de Produção

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Publicado

2017-08-11

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

O Sistema de Operação do Serviço de Surfe no Rio de Janeiro. (2017). Desenvolvimento em Questão, 15(40), 321-347. https://doi.org/10.21527/2237-6453.2017.40.321-347