A Trajetória de Internacionalização e seu Reflexo na Aprendizagem Organizacional: Um Estudo de Caso em uma Indústria do Segmento Médico – Odontológico

Autores/as

  • Iron Lemes Universidade Positivo image/svg+xml
  • Rodolfo Coelho Prates Universidade Positivo, Curitiba-PR

DOI:

https://doi.org/10.21527/2237-6453.2014.25.153-188

Palabras clave:

Estratégia de Internacionalização

Resumen

O presente trabalho tem por objetivo, com base no modelo de internacionalização de Uppsala, analisar, por meio de um estudo de caso, as diferentes fases da trajetória de internacionalização e seus reflexos na aprendizagem organizacional. O estudo de caso foi viabilizado por meio de entrevistas semi-estruturadas com quatorze gestores das unidades internas que participaram direta ou indiretamente da internacionalização, bem como pela análise dos documentos e por meio da observação direta. Verificou-se que a trajetória de internacionalização da empresa se deu em quatro fases: de interesse, exportação esporádica, via representantes e por filiais; chamando a atenção para a primeira, por complementar o modelo de Uppsala. Conforme se intensifica a internacionalização, há o maior comprometimento da estrutura organizacional, no entanto, o envolvimento das unidades internas é desigual temporalmente e funcionalmente. Diferentes níveis de aprendizagem organizacional ocorreram nas diversas fases de internacionalização. Revelou-se também que algumas unidades internas não sofreram nenhuma influência em seu aprendizado pela atividade de internacionalização.

Biografía del autor/a

  • Iron Lemes, Universidade Positivo
    Mestre em Administração pela Universidade Positivo, Curitiba-PR.
  • Rodolfo Coelho Prates, Universidade Positivo, Curitiba-PR
    Professor do Programa de Mestrado e Doutorado da Universidade Positivo, Curitiba-PR.

Publicado

2014-01-07

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

A Trajetória de Internacionalização e seu Reflexo na Aprendizagem Organizacional: Um Estudo de Caso em uma Indústria do Segmento Médico – Odontológico. (2014). Desenvolvimento em Questão, 12(25), 153-188. https://doi.org/10.21527/2237-6453.2014.25.153-188