As Representações Sociais da Agroecologia para a Agricultura Familiar: a Visão de Pesquisadores, Extensionistas e Produtores Rurais

Autores/as

  • Gilberto Clarício Martinez Guerra Universidade Estadual de Maringá image/svg+xml
  • Elisa Yoshie Ichikawa Universidade Estadual de Maringá - UEM

DOI:

https://doi.org/10.21527/2237-6453.2013.23.40-73

Palabras clave:

Representações Sociais, Agroecologia, Agricultura Familiar

Resumen

Este artigo tem por objetivo compreender as representações sociais da agroecologia para pesquisadores do IAPAR, extensionistas da EMATER e produtores rurais da agricultura familiar. Para tanto usa como base na Teoria das Representações Sociais, e adota um percurso metodológico qualitativo e descritivo. A análise realizada ilustrou as representações sociais da agroecologia para os três atores envolvidos com trabalhos agroecológicos. Notou-se que há grande preocupação com o meio ambiente, com a saúde dos envolvidos e com a complexidade inerente do trabalho agroecológico. Para os agricultores, a principal preocupação é com o retorno financeiro. Encontraram-se representações que retratam preconceitos e descasos que a agroecologia ainda sofre em suas áreas para os três atores envolvidos. Foi possível concluir que o objeto da representação social ainda possui obstáculos, por ir contra a corrente de pensamento vigente.

Biografía del autor/a

  • Gilberto Clarício Martinez Guerra, Universidade Estadual de Maringá
    Mestre em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração consorciado entre a Universidade Estadual de Maringá e a Universidade Estadual de Londrina
  • Elisa Yoshie Ichikawa, Universidade Estadual de Maringá - UEM
    Professora do Departamento de Administração da Universidade Estadual de Maringá. Doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina

Publicado

2013-06-17

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

As Representações Sociais da Agroecologia para a Agricultura Familiar: a Visão de Pesquisadores, Extensionistas e Produtores Rurais. (2013). Desenvolvimento em Questão, 11(23), 40-73. https://doi.org/10.21527/2237-6453.2013.23.40-73