APTIDÃO FÍSICA EM FUNÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR POR MEIO DA RELAÇÃO CINTURA ESTATURA DE SEDENTÁRIOS

Autores

  • Reginaldo Luiz do Nascimento Universidade Tiradentes (UNIT) – Polo Petrolina
  • José Roberto Andrade do Nascimento Junior Universidade Federal do Vale do São Francisco.
  • Layane Costa Saraiva Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)
  • Lélio Ferreira dos Santos Universidade Tiradentes UNIT
  • Marcus Vinicius Oliveira Carneiro Universidade Federal do Vale do São Francisco image/svg+xml
  • Flavio de Sousa Araujo Universidade Federal do Vale do São Francisco.
  • Ferdinando Oliveira Carvalho Universidade Federal do Vale do São Francisco image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.21527/2176-7114.2020.40.94-101

Palavras-chave:

Aptidão física, Risco, Composição Corporal, Antropometria, Comportamento Sedentário

Resumo

O objetivo do estudo foi comparar a aptidão física de indivíduos sedentários da cidade de Petrolina-PE em função do sexo, faixa etária e risco cardiovascular por meio da relação cintura estatura. A amostra foi composta por 3.173 indivíduos de ambos os sexos, considerados sedentários e com faixa etária entre 18 a 64 anos. Foram coletadas massa corporal, estatura, circunferência da cintura e do quadril, dobras cutâneas, testes motores (flexibilidade, flexão de cotovelo e flexão de tronco), pressão arterial sistólica e diastólica e frequência cardíaca de repouso, e posteriormente calculada relação cintura quadril e cintura estatura e pressão arterial média, e foi estimado o volume máximo de oxigênio. Para a análise dos dados, foram utilizados os testes “U” de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis, sendo adotada  uma de significância de p<0,05. Os resultados evidenciaram que houve diferenças significativas (p < 0,05) em todas as medidas avaliadas em relação ao sexo de indivíduos sedentários. Os resultados foram significativos quando comparado às faixas etárias dos sexos masculino e feminino para todas as variáveis dentro dos percentis 25, 50 e 75, e também quando comparado os grupos de menor e maior risco cardiovascular. Concluiu-se que participantes homens possuem melhor aptidão física que as mulheres, sendo que esta tende a piorar com o avançar da idade para ambos os sexos, além do que os sujeitos classificados com maior risco cardiovascular apresentaram pior aptidão física.

Biografia do Autor

  • Reginaldo Luiz do Nascimento, Universidade Tiradentes (UNIT) – Polo Petrolina

    Mestre em Ciências da Saúde e Biológicas - Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), Petrolina. Professor da Universidade Tiradentes (UNIT) – Polo Petrolina.

  • José Roberto Andrade do Nascimento Junior, Universidade Federal do Vale do São Francisco.

    Doutor em Educação Física - Universidade Estadual de Maringá/ Universidade Estadual de Londrina (UEM/UEL). Professor do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física - Universidade Federal do Vale do São Francisco.

  • Lélio Ferreira dos Santos, Universidade Tiradentes UNIT

    Graduando em Educação Física - Universidade Tiradentes UNIT.

  • Marcus Vinicius Oliveira Carneiro, Universidade Federal do Vale do São Francisco

    Mestre em Ciências da Saúde e Biológicas - Universidade Federal do Vale do São Francisco

  • Flavio de Sousa Araujo, Universidade Federal do Vale do São Francisco.

    Mestre em Ciências da Saúde e Biológicas - Universidade Federal do Vale do São Francisco. 

  • Ferdinando Oliveira Carvalho, Universidade Federal do Vale do São Francisco

    Doutor em Educação Física - Universidade Católica de Brasília. Professor do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física - Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Downloads

Publicado

2020-11-04

Edição

Seção

Exercício Físico & Saúde

Como Citar

APTIDÃO FÍSICA EM FUNÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR POR MEIO DA RELAÇÃO CINTURA ESTATURA DE SEDENTÁRIOS. (2020). Revista Contexto & Saúde, 20(40), 94-101. https://doi.org/10.21527/2176-7114.2020.40.94-101